Archive for the ‘- História do Samba’ Category
Galera, esse post é simplesmente para divulgar (um pouco mais) esse blog de Download de Sambas e clássicos da nossa música popular brasileira.
http://pratoefaca.blogspot.com/
Um blog pra quem gosta de samba do bom. Só brasas para vocês. Muito samba de terreiro, muito partido alto. Um reduto da preservação do samba autêntico.
Axé!
Conforme prometi, apresento em primeira mão 2 músicas do novo CD do meu parceiro Marquinhos Jaca.

Uma verdadeira festa em comemoração aos 50 de carreira que o cantor completou em 2009.
No repertório do show, Jair faz uma retrospectiva de sua carreira, passeando do samba ao romântico, sem esquecer do sertanejo e das canções de raiz.
Entre elas Disparada, Majestade o Sabia, Deixa isso para lá, Tristeza, Boi da Cara Preta entre outras. Jair divide o palco com: Paulinho Daflin (violão e viola), Marcelo Maita (teclado), Carlinhos Creck (contra-baixo) e Giba Favery (bateria).
Onde?
Teatro Rival Petrobras
Dia 01/07 – Quinta–feira às 19h30
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Quanto morre?
R$ 50,00 (Inteira)
R$ 40,00 (Os 150 primeiros pagantes)
R$ 25,00 (Meia)
Classificação: 16 anos
É claro que ele não ficaria de fora. Um dos mais ilustres e irreverentes sambistas de todos os tempos, exibe boa forma aos 70 anos neste documentário. De terno de linho branco e chapéu panamá, aparece no curta interpretando seus antigos sucessos em locais-cenários frequentados pela antiga malandragem.
Com uma vida longa e bem aproveitada, a última entrevista de Antônio Moreira da Silva, o Kid Morengueira, foi concedida à revista Música Brasileira, em maio de 2000, na casa do artista, bairro do Catumbi, Rio de Janeiro. No ato da entrevista, era o mais antigo cantor em atividade no mundo! Acompanhe a entrevista AQUI!
Diretor: Ivan Cardoso
Ano: 1973
Ficha Técnica
Produção Ivan E. S. Cardoso e Carlos Cardoso Fotografia Renato Laclete Roteiro Ivan Cardoso Som Direto Júlio Romiti Montagem Amaury Alves Música Antônio Moreira da Silva, Billy Blanco, Geraldo Pereira, Lupicínio Rodrigues e Wilson Batista Letreiros Amarilio Gastal
Via @portacurtas
Salve, Salveeee!
Peço desculpa a todos, pois estamos algum tempo sem postar, né? Pois bem, agora engranamos novamente com muitas novidades, curiosidade e idéias sobre nosso samba.
Durante esse tempo, pensamos em diversas coisas interessantes para resgatar nossas raízes do passado, algo físico que pudesse entrar no nosso dia a dia e nos confortar com sua significância . Nessas viagens e pensamentos loucos, chegamos na idéia de desenvolver miniaturas dos nossos sambistas, hãn? O que acham?
Imagine só, uma miniatura de 15 cm do Cartola em sua mesa de trabalho? Ou que tal uma rara miniatura do mestre Candeia em sua prateleira de casa? Pois é… isso seria realmente fenomenal se fosse uma realidade.
Como somos muitooo persistentes, estamos realmente tentando viabilizar essa idéia, para resgatar esse sentimento que corre em nossas veias por esses eternos gênios que lutaram, sofreram e viveram intensamente o samba.
POR FAVOR: Se tiverem idéias ou algum lugar que nos ajuda a tornar isso uma realidade, me escrevam ou comentem esse post! Isso nos ajudará a por em prática essa iniciativa!
Conto muito com a ajuda de vocês!
Axé!
Salve, Salve… Se fosse verdade mesmo essa brincadeira, eu já teria comprado o vídeo-game à muito tempo. Imagine tocar clássicos do nosso samba na telinha? Ia ser maravilhoso…
Enquanto o sonho não se torna real, ficamos apenas nas belas imagens do Zeca em “deixa a vida me levar”…
Axé…
A palavra do poeta sobre um problema social que por incrível que pareça, ainda está presente no nosso Cotidiano.
Contrariando a fama de boêmio do sambista, os caras acordam cedo, pegam o buzão em algum lugar distante e desembarcam na orla para faturar algum de quiosque em quiosque cantando sambas e pagodes e passando o pandeiro para os turistas e nativos. São dezenas de grupos que se espalham pela praia de Copacabana. A rapaziada do “Camurça, Sô” não é diferente. Cantando “Amélia”, de Mário Lago, e outros sambas tradicionais, entremeados pelos pagodes ouvidos nas rodas de maior responsa da cidade, eles vão se virando. Adilson Raiz, o líder do grupo, diz que até há pouco, eles tinham uma roda fixa em Niterói toda quinta feira, mas agora estão sem nada. “Então o jeito é a gente vir pra cá. O que não pode é ficar parado”, diz ele. O grupo é eclético: “Cada um é de uma escola. Tem da Beija Flor, da Portela e Grande Rio”. Fica aqui, no nome do “Camurça, Sô”, a homenagem a toda essa galera que se vira no batuque e nos acordes do banjo pra descolar algum.
Um mapa para facilitar sua localização na folia 2010.
Visualizar Blocos Carnavalescos de São Paulo 2010 em um mapa maior
Salve, Salve! Peço mil desculpas à nata da malandragem, mas acho que notaram que o blog ficou mais de um mês fora do ar. Tivemos alguns problemas “técnicos”, mas agora estamos na ativa novamente, fazendo de tudo para aproximar o samba de todos seus amantes! Axé.
Tradicional grupo de samba carioca, está com a agenda cheia. Isto prova que o movimento que faz para preservar e divulgar o samba de raiz vem dando certo e conseguindo espaço nas casas de shows e caiu, novamente, no gosto do carioca.
” O nosso repertório passa por Zé Kéti, João Nogueira, Noel Rosa e Jovelina; sem esquecer de personalidades como Cartola, Zeca Pagodinho, Chico Buarque e outros bambas, além de composições próprias. É samba de raiz! “, diz um dos integrantes Gustavo Palmitão.
O PAGODE DA ARRUDA nasceu, em 2005, do encontro de amigos em uma animada roda de samba. O grupo se reunia na banca da Zezé, em Mangueira, para cantar os sucessos da “santíssima trindade” (assim definidos por eles): Donga, João da Baiana e Pixinguinha. O refinado repertório também passa por Zé Kéti, João Nogueira, Noel Rosa e Jovelina; sem esquecer de personalidades como Cartola, Zeca Pagodinho, Chico Buarque e outros bambas, além de composições próprias.
Mas o que mais impressiona mesmo no Pagode da Arruda é a animação e a energia contagiantes da roda, além da batucada inconfundível, referência de samba de chão. Os sambistas decoram as apresentações com muita arruda, carrancas e figas - para espantar o mau olhado - garantindo união e alto astral.
A reunião de amigos que tocavam samba por amor e diversão foi ficando cada vez mais conhecida dos amantes do gênero. Da Mangueira foram tocar em São Paulo, em 2007 e 2008, no bar Salve Jorge, no bar Mangueira, e no Mercado Municipal, em eventos promovidos pela Ambev. No Rio, o grupo foi convidado para comandar as homenagens ao centenário de Cartola, em eventos mensais no Centro Cultural Cartola, além de se apresentar em diversas casas na Lapa, Santa Teresa, Vila Isabel, Botafogo. Tocou em lançamento de marca e animou aniversários de artistas como Bety Goffman, Marcos Palmeira e Camila Pitanga, mas sem nunca deixar de lado a essência de roda de samba popular, e claro, sempre levando a arruda.
O PAGODE DA ARRUDA é formado por Luíza Nogueira (voz), Gustavo Palmitão (repique de mão, pandeiro e voz), Fabão (tam-tam de marcação), Marcelinho (rebolo / tantan de corte), Léo Prateado (xequebalde, reco, xequerê e quexada), Felipe (violão), Pindoba (banjo e voz), Armandinho do Cavaco (cavaco e voz), Cory Duarte (reco-reco e voz) e Fábio Bubba (percussão).
Olá pessoal! O blog Raiz do Samba está no ar! A partir de agora, surge na web mais uma fonte de informação sobre o nosso samba de raiz, que será diariamente atualizado com novidades e curiosidades do universo dos bambas. O objetivo do Blog e relembrar grandes nomes e acontencimentos do passado e também destacar os fatos e novidades atuais do samba.
Fiquem ligados também em promoções e dicas para curtir um bom samba de raiz!
O samba pede passagem!








