Conforme prometi, apresento em primeira mão 2 músicas do novo CD do meu parceiro Marquinhos Jaca.

Uma verdadeira festa em comemoração aos 50 de carreira que o cantor completou em 2009.
No repertório do show, Jair faz uma retrospectiva de sua carreira, passeando do samba ao romântico, sem esquecer do sertanejo e das canções de raiz.
Entre elas Disparada, Majestade o Sabia, Deixa isso para lá, Tristeza, Boi da Cara Preta entre outras. Jair divide o palco com: Paulinho Daflin (violão e viola), Marcelo Maita (teclado), Carlinhos Creck (contra-baixo) e Giba Favery (bateria).
Onde?
Teatro Rival Petrobras
Dia 01/07 – Quinta–feira às 19h30
Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Quanto morre?
R$ 50,00 (Inteira)
R$ 40,00 (Os 150 primeiros pagantes)
R$ 25,00 (Meia)
Classificação: 16 anos
É claro que ele não ficaria de fora. Um dos mais ilustres e irreverentes sambistas de todos os tempos, exibe boa forma aos 70 anos neste documentário. De terno de linho branco e chapéu panamá, aparece no curta interpretando seus antigos sucessos em locais-cenários frequentados pela antiga malandragem.
Com uma vida longa e bem aproveitada, a última entrevista de Antônio Moreira da Silva, o Kid Morengueira, foi concedida à revista Música Brasileira, em maio de 2000, na casa do artista, bairro do Catumbi, Rio de Janeiro. No ato da entrevista, era o mais antigo cantor em atividade no mundo! Acompanhe a entrevista AQUI!
Diretor: Ivan Cardoso
Ano: 1973
Ficha Técnica
Produção Ivan E. S. Cardoso e Carlos Cardoso Fotografia Renato Laclete Roteiro Ivan Cardoso Som Direto Júlio Romiti Montagem Amaury Alves Música Antônio Moreira da Silva, Billy Blanco, Geraldo Pereira, Lupicínio Rodrigues e Wilson Batista Letreiros Amarilio Gastal
Via @portacurtas
Salve, Salveeee!
Peço desculpa a todos, pois estamos algum tempo sem postar, né? Pois bem, agora engranamos novamente com muitas novidades, curiosidade e idéias sobre nosso samba.
Durante esse tempo, pensamos em diversas coisas interessantes para resgatar nossas raízes do passado, algo físico que pudesse entrar no nosso dia a dia e nos confortar com sua significância . Nessas viagens e pensamentos loucos, chegamos na idéia de desenvolver miniaturas dos nossos sambistas, hãn? O que acham?
Imagine só, uma miniatura de 15 cm do Cartola em sua mesa de trabalho? Ou que tal uma rara miniatura do mestre Candeia em sua prateleira de casa? Pois é… isso seria realmente fenomenal se fosse uma realidade.
Como somos muitooo persistentes, estamos realmente tentando viabilizar essa idéia, para resgatar esse sentimento que corre em nossas veias por esses eternos gênios que lutaram, sofreram e viveram intensamente o samba.
POR FAVOR: Se tiverem idéias ou algum lugar que nos ajuda a tornar isso uma realidade, me escrevam ou comentem esse post! Isso nos ajudará a por em prática essa iniciativa!
Conto muito com a ajuda de vocês!
Axé!
Salve, Salve… Se fosse verdade mesmo essa brincadeira, eu já teria comprado o vídeo-game à muito tempo. Imagine tocar clássicos do nosso samba na telinha? Ia ser maravilhoso…
Enquanto o sonho não se torna real, ficamos apenas nas belas imagens do Zeca em “deixa a vida me levar”…
Axé…
Salve malandagem!
Mais uma boa dica de uma boa roda com samba de qualidade. Dica da minha parceira @vivsaraujo .
Sambinha que rolou no bar Magnólia e vale a pena ouvir.
Ainda não ouvi os caras pessoalmente, mas assim que tiver a oportunidade postarei mais novidades!
Mais informações do Bar Magnólia, AQUI!
Se um dia
Meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração
Tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos
Ficou, ficou
Só um amor pode apagar
A marca dos meus desenganos
Ficou, ficou
Só um amor pode apagar…
Porém! Ai porém!
Há um caso diferente
Que marcou num breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de Carnaval
Carregava uma tristeza
Não pensava em novo amor
Quando alguém
Que não me lembro anunciou
Portela, Portela
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou…
Ah! Minha Portela!
Quando vi você passar
Senti meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir
Aquele azul
Não era do céu
Nem era do mar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
Foi um rio
Que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar!
A palavra do poeta sobre um problema social que por incrível que pareça, ainda está presente no nosso Cotidiano.
Sexta Cultural para os que já estão familiarizados, nada mais é do que uma desmedida dose de cultura na primeira sexta-feira de todo mês. O movimento não é original, existiu por um longo período até ser abolido, há cerca de dois anos. Porém, com uma nova gestão de espantosa competência, a Sexta Cultural veio para ficar. Um dos motivos para que isso acontecesse foi o acordo no qual estabeleceu-se que nada melhor para expressar a cultura do nosso povo do que o samba. Assim, despontou na primeira sexta-feira de agosto com ninguém menos que 






